sábado, 26 de janeiro de 2013

Clipe 360 graus!



O CI é conhecido por estar sempre inovando e pensando nisso lançaram um clipe interativo da primeira musica de trabalho do cd Saturno. O novo clipe da banda foi filmado no deserto de Atacama, no Chile, com seis câmeras de alta resolução, que trazem um efeito 360 graus.

Os recursos da tecnologia permitem que a pessoa possa escolher diferentes ângulos de visão para assistir o clipe, por tanto todas as vezes em que a pessoa assistir terá uma experiência diferente.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Novo albúm já está a venda



O novo disco do Capital Inicial mal chegou às lojas e já arranca elogios por todos os lados. 13º álbum de estúdio, 16º num total de 29 anos, Saturno, resgata origem punk com sua sonoridade pesada e letras de protesto. O resultado é um disco visceral e enérgico que remete aos mesmos sentimentos que naqueles anos idos na Brasília da década de 80. Quem dá o veredicto é o próprio vocalista, Dinho Ouro Preto.
“O que norteia nossa trajetória é buscar o entusiasmo que senti ao ver pela primeira vez o ‘Aborto Elétrico’, encontrar aquilo que nos fez gostar de rock, que nos fez sermos fãs de bandas de rock”, explica Dinho, referindo-se à banda brasiliense da qual os irmãos Fê (bateria) e Flavio Lemos (baixo) fizeram parte no início da carreira.
Saturno nasce da nostalgia e da renovação. A fim de continuar o legado do último álbum, Das Kapital, os músicos optaram por criar um disco de guitarra, baixo e bateria. Um trabalho onde a maioria das músicas nascem de riffs e seguem direto ao ponto, sem enrolação.
As influências literárias e cinematográficas estão explícitas em todas as 11 faixas que compõe o trabalho. A primeira delas, “O Bem, o Mal e o Indiferente”, remete diretamente ao clássico dos filmes de bang-bang “O Bom, o Mau e o Feio”, de Sergio Leone, e a letra traz referência ao livro “Cem Anos de Solidão”, do escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez.
“Apocalipse Agora” é filha indireta da obra-prima de Francis Ford Coppola e “Sol Entre as Nuvens” é um ode às maravilhas de Alice de Lewis Caroll: “Várias portas num quarto pequeno /Tenho que escolher qual delas vou abrir/Várias entradas, só uma saída/Acabei de chegar e já estou de partida/Vamos fugir pra algum lugar longe daqui”. Todas embaladas por guitarra, baixo e bateria em estado bruto.
No terreno de baladas ao estilo Capital Inicial, “O Lado Escuro da Lua” inaugura o disco e é o primeiro single a estourar nas rádios. No meio de tudo isso, temos a balada “Saturno”, que batiza o CD. Esta, simboliza os 29 anos que o planeta leva para dar uma volta em torno do sol, o mesmo tempo de vida da banda.
“Saquear Brasília” e “Apocalipse Agora” são as duas músicas que deixam claro o objetivo que a banda tem de protestar. As faixas escancaram a verve política da banda num punk rock à la Ramones. “O Cristo Redentor” é a síntese de um álbum composto na guitarra, com riffs no DNA. “Noites em Branco” e “Poucas Horas” também são dessas com guitarra distorcida, coro no refrão e jeitão de single.
Por fim, temos ainda “A Valsa do Inferno”, outra pauleira com mais quebras e condução melódica vocal. Some as 11 e terá um Capital Inicial novo, mas com a tradicional assinatura de estilo de três décadas.
Ficou curioso para conferir o resultado da combinação desses elementos? O disco já está à venda nas lojas especializadas de todo o Brasil e o download disponível no iTunes.

Fonte: http://capitalinicial.uol.com.br/#!/noticias/saturno-chega-as-lojas-e-resgata-origem-visceral-da-banda/

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Capital Inicial faz homenagem ao rock no festival Planeta Atlântida RS

Banda aposta em covers internacionais e sucessos atuais e antigos.
O chamado 'rock de Brasília' também ganhou espaço na apresentação.


Depois de Ivete Sangalo colocar o público para dançar ao ritmo de Carnaval, o rock voltou ao palco principal do Planeta Atlântida RS com o Capital Inicial. E em grande estilo: além de tocar sucessos do passado e do presente, a banda de Brasília brindou o público com vários covers de clássicos do rock internacional.

O som inconfundível da guitarra de "Smells Like Teen Spirit”, do Nirvana, abriu o show, para delírio dos fãs de Kurt Cobain. A banda também fez covers de The Clash, "Should I Stay or Should I Go" e de Deep Purple, "Smoke on the Water". Do repertório da banda, Dinho cantou "Como se Sente", "Independência" e "Quatro Vezes Você", entre outras.

Os fãs jogaram para Dinho Ouro Preto uma bandeira do Rio Grande do Sul, que o músico colocou na frente da bateria e deixou até o final da apresentação. O show do grupo de Brasília seguiu com "Natasha" e "Depois da Meia Noite", ao final da qual o cantor se atirou nos braços do público. "Como Devia Estar", "Primeiros Erros" e "Música Urbana" também fizeram parte do setlist.

Dinho explicou aos presentes que o Capital Inicial foi inspirada em uma banda de Brasília da qual Renato Russo participou, chamada Aborto Elétrico, e avisou: "Vamos tocar algumas músicas desse tempo para vocês". Vieram "Fátima" e "Veraneio Vascaína".

Quando o show se aproximou do final, o Capital Inicial recebeu Digão, da banda Raimundos, para tocar "Mulher de Fases" e "Que País é Esse", ao final da qual o vocalista fez um discurso politizado: "O poder corrompe. Seja de esquerda ou de direita". O hit "À sua Maneira" encerrou a apresentação no primeiro dia de festival no litoral norte gaúcho.

Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/02/capital-inicial-faz-homenagem-ao-rock-no-planeta-atlantida-rs.html

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